Depilar ou não depilar, eis a questão. Se por um lado se vivem tempos de celebração e aceitação da individualidade e da diferença — a monocelha de Frida Kahlo é um perfeito exemplo — também é certo que haverá sempre margem para melhorar o que está reflectido no espelho.
Mais do que respeitar normas ou padrões auto-impostos, as sobrancelhas são, caindo no incontornável cliché, a moldura do rosto. Para as tornar perfeitas, há aliados de peso clássicos, como a cera, as pinças, os lasers que prometem dizer bye bye para sempre aos pêlos (daqueles sem hipótese de reconciliação), ou então… o threading.
Com uma durabilidade que pode ir de três a quatro semanas, conforme o crescimento do pêlo, uma das principais vantagens do método é do ponto de vista sanitário. “Não são usados produtos agressivos para a pele, e no fim de cada utilização o fio vai para o lixo, nunca sendo reutilizado”, revela Filipa Muñoz de Oliveira, CEO e fundadora da Wiñk.

Além disso, “é mais delicado para a pele, não permite que ocorram irritações, vermelhidão e lesões nas zonas depiladas, não há risco de queimadura, não deixa marcas, [é] ideal para peles sensíveis”, continua.