Sobe a temperatura e retorna a sempre tão familiar questão da hidratação através do consumo de água. Quatro ou seis copos? Um litro e meio ou dois litros por dia? E os refrigerantes, são aconselháveis como elementos de hidratação? Em síntese, a nutricionista Cláudia Viegas explica-nos o bê-á-bá para um verão em estado líquido
Olhemos para a Roda dos Alimentos e vamos perceber porque é a água um nutriente fundamental para o nosso organismo. É no centro deste mapa visual para uma alimentação equilibrada que vamos encontrar o elemento líquido, ou se quisermos o H2O.
Nos seres humanos, o consumo de água faz-se por várias vias, seja através da ingestão da própria; por meio de outro tipo de bebidas (como exemplo, os chás) e, não tão óbvio, mas igualmente importante, através dos alimentos.
Não incluímos aqui o consumo de águas e bebidas com açúcar, sumos de fruta e refrigerantes. Em extremo, não consumindo água, optemos, em quantidade moderada, por chás e tisanas. Sublinhe-se, sem açúcar.
Dada a evidência do consumo de água, é comum a preocupação e pergunta decorrente: “Será que estou a consumir a quantidade necessária de água por dia?” A forma mais fácil de verificar se estamos a fazer uma ingestão de água adequada às nossas necessidades diárias é observar a urina. Esta deve apresentar-se inodora e quase incolor (uma tonalidade amarela clara).
Antes de entrarmos nas regras elementares para o consumo de água propriamente dita, temos de reter que há alimentos ricos em água, particularmente os produtos frescos, como frutas e hortícolas e as sopas(também as há para o verão) ou refeições com caldos. Neste âmbito, cabem as cataplanas, jardineiras, caldeiradas, entre outros pratos caldosos.
Saiba mais sobre este tema já no próximo artigo!
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